terça-feira, 24 de maio de 2011

Documentário: "O dia que durou 21 anos"


Sinopse: O dia que durou 21 anos foi escrito e dirigido por Camilo Tavares e narrado pelo jornalista Flávio Marques, que também assina o roteiro. O documentário é uma co-produção da Tv Brasil com a Pequi filmes e resgata a história do golpe militar de 1964, desnuda os bastidores e a participação dos Estados Unidos na empreitada.



No 1º vídeo: " A Conspiração" - é retratado qual é a visão, interesses e personagens que foi primordial para a conspiração contra a política de João Goulart e para o desencadear do golpe militar de 1964.

No 2º vídeo: "Golpe de Estado" - é retratado o papel do exército brasileiro, o apoio do povo ao João Goulart, conhecido também como Jango, a operação Brother Sam e a fuga de Jango deixando vaga a presidência do Brasil.


No 3º vídeo: "A Ditadura Militar" - é retratado o amplo apoio financeiro que o Brasil recebe dos Estados Unidos, a cassação da liberdade individual e os atos constitucionais como o AI-5.

Enfim, os três vídeos que fazem parte de um excelente documentário, trabalham amplamente e escancaradamente a participação dos Estados Unidos no Golpe Militar de 1964. A cada documento apresentado e analisado pelos historiadores tanto brasileiros quanto americanos, além das conversas feitas e gravadas pelo telefone e depoimentos de pessoas que participaram da política do Brasil e do Estados Unidos são altamente valiosas e claramente enriquecedora para se fazer concreta a luta dos Estados Unidos contra o socialismo, que traria também muitas vantagens e lucros para a economia e força para a política estadunidense. 
É altamente Recomendável que todos assistam!!!!
                                                                                               Ariana Rafaela e Michelle Souza.

Um comentário:

  1. Isso mesmo, cara Ariana, também achei valiosssismo este documentário,é bom que nossos jovens veja, e compreenda o acontecido, principalmente esses que fazem dos EUA o seumundo ideal,saber que eles fizeram uma luta suja, e desigual se aproveitando de um país em enfervecencia política para tirar vantagens. Enfim é bom que a história não seja esquecida, e depende de nós historiadores mante-la viva. Silvia

    ResponderExcluir